Amor da minha vida, meu homenzinho, meu protetor, meu anjo da guarda.
Que cuida de mim, cuida das irmãs, cuida do pai.
Ama todo mundo, conversa com tudo mundo, seduz todo mundo.
Não tem quem não goste de você, não tem quem não perceba o quanto você é especial.
Como você mesmo costuma me falar, "eu te amo infinito, pra sempre, meu amor nunca vai acabar e eu nunca vou te esquecer".
Adoro ir pra "Paris" com vc, logo cedo, no caminho pra escola, adoro jogar "vídeo game" , sendo sempre o bonequinho que fica em segundo lugar no jogo. Adoro quando você tenta me enrolar, me elogia, me agrada, e tenta desviar a minha atenção quando eu tenho que ficar brava com você.Adoro ouvir os elogios que as pessoas fazem, adoro quando dizem o quanto você é inteligente, esperto e educado.
E pensar que há cinco anos atrás você era um pacotinho pequenininho que eu levei pra casa morrendo de medo de causar ciumes nas suas irmãs e que pra minha surpresa, ao menor suspiro, elas corriam pra ver o que vc queria, me atropelando pelo caminho. E que quando eu chegava, segundos depois, via as suas irmãs com a blusinha levantada, tentando dar o peito pra você mamar.
Te amo meu principinho, seja muito feliz.
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Em homenagem a avózinha.
Fui contar que a vovó tinha morrido.
Se queriam ir ao velório, expliquei o que era, como o corpo estaria.
- Mas é só o corpo né mãe? Porque o espírito já ta no céu.
- O espírito que fala né mãe? Corpo sem espírito não fala...
- A vovó morreu e já nasceu de novo?
E depois o pai ressaltando que elas chegariam no velório e veriam o corpo. A irmã complementa:
- Nao só o corpo né pai, a cabeça também.
Se queriam ir ao velório, expliquei o que era, como o corpo estaria.
- Mas é só o corpo né mãe? Porque o espírito já ta no céu.
- O espírito que fala né mãe? Corpo sem espírito não fala...
- A vovó morreu e já nasceu de novo?
E depois o pai ressaltando que elas chegariam no velório e veriam o corpo. A irmã complementa:
- Nao só o corpo né pai, a cabeça também.
Ser do bem ou ser do mal
Criança com 5 anos, colocando uma cadeira atrás de uma pessoa para puxá-la quando a pessoa for se sentar. “Isso é coisa de criança.”
Primeiro: Imitar os comportamentos é uma atitude de aprendizado. Mas podemos fazer tudo? Cabe aos pais dizer: “isso é certo”, “isso é errado”. A criança nos testa com o objetivo de aprender. Precisamos fazer nosso papel de educar.
Segundo: existem ações claramente inocentes, e ações que são “do mal”. É difícil admitir que nossos bebês lindos e frágeis crescem e podem ter comportamentos não tão “politicamente corretos”.
Rotular as ações como “coisa de criança” é uma forma simples de omissão.
“Não vou fazer nada, quando crescer isso passa”.
Passa. Pode se modificar, se transformar. Puxar uma cadeira pra alguém cair pode evoluir para puxar o tapete de um colega de empresa pra conseguir algum posto melhor. A triste “Lei de levar vantagem em tudo”.
Mensagem principal: Educar da trabalho. Omissão é muito mais fácil, mas não educa.
Mensagem adicional: Crianças com comportamentos “do mal” geralmente estão devolvendo o que recebem, o que vêem dentro de casa. E cada uma reage diferente. Mas um exemplo simples é o dos pais que brigam. Crescer no meio de brigas e discussões constantes não faz bem pra ninguém. Pode gerar depressão, baixa estima, com conseqüências mais sérias.
Ação: na dúvida, procure ajuda. Não levamos ao pediatra porque tem febre? Precisamos aprender a levar ao terapeuta se temos dúvidas quanto ao comportamento. Até para ouvir de alguém especializado se é realmente “coisa de criança”. Ou não. Mas faça na hora. Quando o problema surge, quando é fácil de ser resolvido.
Primeiro: Imitar os comportamentos é uma atitude de aprendizado. Mas podemos fazer tudo? Cabe aos pais dizer: “isso é certo”, “isso é errado”. A criança nos testa com o objetivo de aprender. Precisamos fazer nosso papel de educar.
Segundo: existem ações claramente inocentes, e ações que são “do mal”. É difícil admitir que nossos bebês lindos e frágeis crescem e podem ter comportamentos não tão “politicamente corretos”.
Rotular as ações como “coisa de criança” é uma forma simples de omissão.
“Não vou fazer nada, quando crescer isso passa”.
Passa. Pode se modificar, se transformar. Puxar uma cadeira pra alguém cair pode evoluir para puxar o tapete de um colega de empresa pra conseguir algum posto melhor. A triste “Lei de levar vantagem em tudo”.
Mensagem principal: Educar da trabalho. Omissão é muito mais fácil, mas não educa.
Mensagem adicional: Crianças com comportamentos “do mal” geralmente estão devolvendo o que recebem, o que vêem dentro de casa. E cada uma reage diferente. Mas um exemplo simples é o dos pais que brigam. Crescer no meio de brigas e discussões constantes não faz bem pra ninguém. Pode gerar depressão, baixa estima, com conseqüências mais sérias.
Ação: na dúvida, procure ajuda. Não levamos ao pediatra porque tem febre? Precisamos aprender a levar ao terapeuta se temos dúvidas quanto ao comportamento. Até para ouvir de alguém especializado se é realmente “coisa de criança”. Ou não. Mas faça na hora. Quando o problema surge, quando é fácil de ser resolvido.
Não conta pra mãe
Menina (6 anos) fala com outra mais velha: “Não conta pra sua mãe, mas ela (5 anos) passou batom na boca e todo mundo ficou lambendo.”
Primeiro, não tem exceção, crianças sem supervisão aprontam. Pode ser algo simples, sem grandes conseqüências, pode não ser. O risco existe, cabe aos pais decidir se e quando corrê-lo.
Segundo, as crianças têm senso de certo e errado desde cedo. O “não contar pra sua mãe” mostra claramente que sabe que a situação não seria aprovada, e ainda pior, que já sabe, nessa idade, que não precisa contar tudo para os pais. Qual a causa disso tudo? Não se sente segura pra conversar qualquer coisa.
Mensagem principal: Incentivar os filhos a conversar sobre tudo.
“Como foi seu dia? O que foi bom? Porque? O que foi ruim? Porque?”
Mensagem adicional: Ouvir sem brigar.
Mesmo quando a criança conta algo sério é preciso ter calma. Ela está ali, contando, se abrindo. Para que faça disso um hábito precisa se sentir segura. Já aconteceu, então o que podemos fazer é ensinar, mostrar quando for errado, educar. Mas não castigar o fato dela contar! Essa é a grande diferença!
Quando uma criança faz algo errado na nossa frente e castigamos, a punição é sobre o ato em si. Ponto. Sem problemas.
Mas quando ela está contando o que já aconteceu, se castigarmos ai, estaremos punindo o ato de contar. Resultado, nunca mais saberemos de nada.
Precisamos ouvir. Depois educar: fazer a criança refletir sobre o que aconteceu. Entender se foi certo ou não, pensar nas conseqüências. Aprender que não pode fazer mais, se for o caso. Ou fazer de forma diferente. Mas principalmente manter o canal aberto para que ela conte sempre.
Afinal, o objetivo dos pais é educar e não castigar, certo???
Construir um relacionamento baseado em confiança é trabalho árduo diário.
Para destruí-lo só precisamos de poucas ações.
Primeiro, não tem exceção, crianças sem supervisão aprontam. Pode ser algo simples, sem grandes conseqüências, pode não ser. O risco existe, cabe aos pais decidir se e quando corrê-lo.
Segundo, as crianças têm senso de certo e errado desde cedo. O “não contar pra sua mãe” mostra claramente que sabe que a situação não seria aprovada, e ainda pior, que já sabe, nessa idade, que não precisa contar tudo para os pais. Qual a causa disso tudo? Não se sente segura pra conversar qualquer coisa.
Mensagem principal: Incentivar os filhos a conversar sobre tudo.
“Como foi seu dia? O que foi bom? Porque? O que foi ruim? Porque?”
Mensagem adicional: Ouvir sem brigar.
Mesmo quando a criança conta algo sério é preciso ter calma. Ela está ali, contando, se abrindo. Para que faça disso um hábito precisa se sentir segura. Já aconteceu, então o que podemos fazer é ensinar, mostrar quando for errado, educar. Mas não castigar o fato dela contar! Essa é a grande diferença!
Quando uma criança faz algo errado na nossa frente e castigamos, a punição é sobre o ato em si. Ponto. Sem problemas.
Mas quando ela está contando o que já aconteceu, se castigarmos ai, estaremos punindo o ato de contar. Resultado, nunca mais saberemos de nada.
Precisamos ouvir. Depois educar: fazer a criança refletir sobre o que aconteceu. Entender se foi certo ou não, pensar nas conseqüências. Aprender que não pode fazer mais, se for o caso. Ou fazer de forma diferente. Mas principalmente manter o canal aberto para que ela conte sempre.
Afinal, o objetivo dos pais é educar e não castigar, certo???
Construir um relacionamento baseado em confiança é trabalho árduo diário.
Para destruí-lo só precisamos de poucas ações.
Tal filha tal pai
Menina reclama pro pai da amiga: “Tio, ela está contando um segredo pra outra amiga e não conta pra mim.”
Pai: “Então eu vou contar um segredo só pra você!”
Filha: “Então vou pedir pra minha mãe me contar!”
Pai: “Sua mãe não sabe!”
Filha: “Então vou falar pra mãe dela...”
E assim continuaram por um bom tempo...
O pai agiu como a filha de 5 anos.
Primeiro, nivelando a idade com a dela. Enxergar pai e mãe como iguais têm conseqüências terríveis. Os pais são nossos primeiros heróis, que nos protegem de qualquer perigo. Se formos “mais que eles” ou mesmo “iguais” como eles podem nos “salvar”. Imagine a insegurança de crescer assim? Ninguém é perfeito, claro que não. Mas como pais somos o modelo de “adulto” que nossos filhos primeiro conhecem.
Segundo, endossando a atitude dela. Pais que agem "na mesma moeda" só estão ensinando a chantagem como arma de negociação. Pior, ensinam que para alguém ganhar alguém tem que perder. “Se você continuar a agir mal, vou agir pior.” Como isso pode educar uma criança?
Terceiro, claramente a criança usa mãe contra o pai. E o pai confirma isso ao dizer “sua mãe não sabe”. Dessa forma a criança sempre poderá usar um contra o outro quando precisar. E eles não passam a imagem de conjunto. Pai e mãe unidos para educar os filhos.
Mensagem principal:
“Filha, sua amiga é sua convidada, vamos brincar de algo todos juntos?
Que todos possam participar?”
Mensagem adicional:
“Filha, você acha que sua mãe concordaria com essa sua atitude?”
“Filha, não é educado fazer sua amiga se sentir mal, ou excluída, na sua casa.”
Pai: “Então eu vou contar um segredo só pra você!”
Filha: “Então vou pedir pra minha mãe me contar!”
Pai: “Sua mãe não sabe!”
Filha: “Então vou falar pra mãe dela...”
E assim continuaram por um bom tempo...
O pai agiu como a filha de 5 anos.
Primeiro, nivelando a idade com a dela. Enxergar pai e mãe como iguais têm conseqüências terríveis. Os pais são nossos primeiros heróis, que nos protegem de qualquer perigo. Se formos “mais que eles” ou mesmo “iguais” como eles podem nos “salvar”. Imagine a insegurança de crescer assim? Ninguém é perfeito, claro que não. Mas como pais somos o modelo de “adulto” que nossos filhos primeiro conhecem.
Segundo, endossando a atitude dela. Pais que agem "na mesma moeda" só estão ensinando a chantagem como arma de negociação. Pior, ensinam que para alguém ganhar alguém tem que perder. “Se você continuar a agir mal, vou agir pior.” Como isso pode educar uma criança?
Terceiro, claramente a criança usa mãe contra o pai. E o pai confirma isso ao dizer “sua mãe não sabe”. Dessa forma a criança sempre poderá usar um contra o outro quando precisar. E eles não passam a imagem de conjunto. Pai e mãe unidos para educar os filhos.
Mensagem principal:
“Filha, sua amiga é sua convidada, vamos brincar de algo todos juntos?
Que todos possam participar?”
Mensagem adicional:
“Filha, você acha que sua mãe concordaria com essa sua atitude?”
“Filha, não é educado fazer sua amiga se sentir mal, ou excluída, na sua casa.”